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Leituras
Sugeridas: Livros
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Les
bons élèves: Experiences et cadres de formation
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DAVERNE,
Carole; DUTERCQ, Yves. Les
bons eleves: Experiences et cadres de formation. 1ª ed,
Paris: Presses Universitaires de France (PUF), 2013.
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Em tradução livre Bons alunos:
experiências e
contextos de formação) se interessa pelas estratégias
dos alunos dos“liceus” (i.e., do ensino médio francês)
e dos estudantes dos cursos preparatórios aos
ramos mais seletivos do ensino superior, bem como de
suas famílias, na tentativa de valorizar ao máximo
seus bons resultados escolares. Analisa também os
desafios pedagógicos dos estabelecimentos e dos
professores que recebem esses jovens.
Quem são esses “bons alunos” dos segmentos mais
seletivos do sistema de ensino? Quais são as disposições
e as estratégias que os caracterizam? Como eles
constroem suas escolhas no interior do sistema de ensino
e seus projetos para o futuro? Como estudam e como
vivem? Quem são os professores que os orientam e os
acompanham? Através de uma pesquisa de campo sociológica,
o livro mostra que os bons alunos, para concorrer a
cargos de responsabilidade e ao sucesso profissional,
devem não apenas ter êxito nos estudos, mas também
fazer as escolhas certas em termos de destino escolar,
demonstrar capacidade de gestão e adaptação frente a
incertezas, bem como a habilidade de assumir riscos e de
inovar.
Maiores informações: Caroline Psyroukis (PUF) –
01 58 10 31 91 / psyroukis@puf.com
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PROFESSORES
DOS ANOS INICIAIS: PERFIS EM MUDANÇA
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BROOKE,
Nigel Brooke; CUNHA, Maria Amália de A. (Org.).
Professores dos anos iniciais: perfis em mudança.
1 ed. Belo Horizonte: Fino Traço Editora, 2012.
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A
pesquisa relatada neste livro sobre os Professores dos
Anos Iniciais foi consequência de uma demanda da
Secretaria de Educação de Minas Gerais em 2009,
motivada pelo interesse em repetir uma pesquisa survey
realizada pelo Grupo de Avaliação e Medidas
Educacionais – GAME da UFMG doze anos antes. Para os
pesquisadores do GAME, a nova demanda permitia construir
uma série histórica e apresentar uma visão rara da
evolução da profissão durante um intervalo
significativo de tempo.
Ao
repetir em muitas das mesmas perguntas para uma amostra
de professores escolhida com os mesmos critérios que a
pesquisa anterior, a pesquisa permitiu identificar as
modificações principais na configuração da profissão
durante um período de mudanças importantes na organização
e oferta do ensino fundamental. O resultado foi um
trabalho de grande envergadura e o único, fora os
censos escolares, que permite um olhar sobre a evolução
histórica nas características dos professores dos anos
iniciais do ensino fundamental ao longo da década
passada.
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DICIONÁRIO
DE EDUCAÇÃO
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ZANTEN,
Agnès van. (Coord.). Dicionário de Educação.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
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Este
dicionário se insere em uma longa tradição de
instrumentos literários e acadêmicos que visam a
acompanhar as transformações das instituições
educativas. O leitor que, para além do interesse específico
por este ou aquele verbete, entre os 200 aqui presentes,
desejar fazer um estudo abrangente seguindo uma linha de
pesquisa por temas e prestando atenção à arquitetura
do conjunto, poderá ainda comparar a evolução dos
fatos e teorias a respeito da educação nos tempos e
lugares diferenciados entre as comunidades dos autores
em âmbito nacional ou internacional.
Um comitê científico internacional de doze pessoas,
representando as diferentes correntes de pesquisa em
educação, reuniu nesta obra mais de duzentos
pesquisadores, oriundos majoritariamente dos países
francófonos, cujas contribuições apresentam
amplamente os avanços da produção científica. O
objetivo é fornecer aos leitores um fundo comum de
conceitos, métodos e interpretações no domínio da
educação, respeitando sempre a diversidade de
abordagens de acordo com as disciplinas, os domínios e
as equipes de pesquisa. Este dicionário, portanto, não
visa a exaustividade, mas a representatividade e o
interesse social dos objetos e das temáticas.
Procurando transcender as querelas ideológicas, ele
traz novos elementos de reflexão em torno das questões
que se apresentam aos usuários, profissionais e responsáveis
dos sistemas educativos.
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OÙ
VA L'EDUCATION ENTRE PUBLIC ET PRIVÉ?
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DUTERCQ,
Yves.
Où va l'education entre public et privé?
Bruxelle: de Boeck, 2011.
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A oposição entre público e privado
durante muito tempo estruturou nossa forma de ver e interpretar
a ação no campo da educação. Ao invés
de considerar a relação público-privado como uma
oposição insuperável, este livro examina como
esses conceitos são, na prática, utilizados,
trabalhados, reformulados, etc. Estamos
nos confrontando
a uma dialética entre o público e o privado.
A
obra intenta, assim, responder às deficiências do
debate, propondo uma análise cientificamente
fundamentada da expansão da privatização e da
mercantilização da educação. As
diferentes contribuições dos autores abordam estas questões a partir do
estudo de casos diversificados, tirados de diferentes espaços políticos francófonos
(Bélgica francófona, França, Quebec, Suíça), sem
negligenciar a atenção com o que
acontece em outros lugares, em uma
perspectiva comparatista. Os
problemas colocados, que se situam em diferentes níveis
de ensino, testemunham o movimento
entre a responsabilização do
público
e do privado em matéria
de educação. Em
cada caso estudado, são também
interrogados o estado do debate entre profissionais da
educação e sua
capacidade de produzir respostas que contribuem para a
justiça dos sistemas de ensino.
Os
autores-colaboradores procuraram fazer, ao mesmo tempo, uma
espécie de inventário sobre as
temáticas atuais da privatização e da
mercantilização da educação, e
suscitar, entre os profissionais da educação, a
busca de respostas adaptadas,
particularmente importando para o sistema público
os
benefícios propostos
pelos operadores privados, em
benefício do maior número.
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LE NOUVEL ORDRE ÉDUCATIF
LOCAL; MIXITÉ, DISPARITÉS, LUTTES LOCALES
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BEN
AYED,
Choukri. Paris: Presses
Universitaires de France (PUF). 2009.
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Atualmente, a escola surge como
um dos símbolos mais poderosos da crise do modelo
republicano e da profunda transformação dos serviços
públicos. Se alguns apreendem esses processos do ponto
de vista da lógica supranacional, esta obra trabalha a
partir da escala local.
Quais são os termos e os significados deste movimento? Quais
são as suas implicações políticas
e ideológicas? Quais são as consequências para experiência dos atores educacionais, dos
professores, dos
governantes, dos ativistas, dos alunos e das
famílias? Essas questões são
discutidas nesta
obra a
partir de várias
temáticas: a
mistura social nas
escolas, as
disparidades territoriais educacionais, mobilizações
educacionais locais
e descentralização da
educação.
Quais são os termos e os significados deste movimento? Quais
são as suas implicações políticas
e ideológicas? Quais são as consequências para experiência dos atores educacionais, dos
professores, dos
governantes, dos ativistas, dos alunos e das
famílias? Essas questões são
discutidas nesta
obra a
partir de várias
temáticas: a
mistura social nas
escolas, as
disparidades territoriais educacionais, mobilizações
educacionais locais
e descentralização da
educação.
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Éducation
et frontières sociales-Un grand bricolage
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SAINT
MARTIN, Monique e GHEORGHIU, Mihaï Dinu. (Org.). Paris:
Editora Michalon. 2010.
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O
mundo social é marcado e dividido por fronteiras mais
ou menos visíveis: grupos sociais, espaços de convívio
e lugares de comércio, mas também locais de segregação,
que atravessam o cotidiano das famílias. Mas como
compreender essas fronteiras?
À educação cabe lidar com as continuidades e rupturas
dessas fronteiras. Contudo, num mundo onde a mobilidade
social prometida pelo sistema de ensino é hipotética,
cada vez mais famílias e indivíduos têm-se
questionado sobre qual educação querem e qual têm
recebido, o que, por sua vez, gera novas fronteiras ou o
deslocamento e identificação das antigas.
Monique de Saint Martin e Mihai Dinu Gheorghiu, junto a
uma equipe internacional de cientistas sociais,
dedicaram três anos para entender diferentes
formas de lidar com esses limites.
Sob uma perspectiva
comparativa entre França, Romênia, Suécia e Brasil, a
proposta é mostrar em cada um desses países os
processos dinâmicos que afetam fortemente a classe média.
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L'INFLUENCE
FRANÇAISE DANS LA SOCIALISATION DES ÉLITES FÉMININES
BRÉSILIENNES: Le collège Notre Dame de Sion à Rio de
Janeiro.
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XAVIER
DE BRITO, Angela. Paris:
Editora L'Harmattan. 2010.
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Neste
trabalho, a autora
desenvolve um estudo sociológico do colégio Notre Dame
de Sion (renomada escola francesa do século XIX,
exclusiva à elite) em suas sucursais do Rio de Janeiro
e Petrópolis. Sua análise visa mostrar o
desenvolvimento da lógica que conduzia a congregação
de Sion no Brasil nas circunstâncias da Terceira República.
Em seguida, demonstra como o modelo de cultura escolar
católica praticada na tradição francesa por essa
instituição, desenvolvia nos alunos o espírito de
Sion, comuns a qualquer instituição para as elites,
que levava as meninas a desenvolverem distinção,
delicadeza, bom gosto e refinamento de perceber o mundo
e as pessoas de forma a reconhecerem e serem
reconhecidas pela distinção que as caracterizava, bem
como pelo seu acúmulo de capital social. Outro aspecto
característico dessa instituição é a transmissão de
rituais religiosos e morais altamente sexuados e de
inculcação do sentimento de culpa. Este modelo escolar
se manteve inalterado durante oito décadas, vindo a
declinar no início de 1970, quebrando a cadeia de
fidelidade que ligava esta instituição a três ou
quatro gerações de brasileiros.
Clique
aqui para conhecer mais informações sobre este livro.
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The Routledge International Handbook of the
Sociology of Education.
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APPLE, Michael W.;
BALL, Stephen J.; GANDIN, Luis Armando (Org.). 1 ed. OXON -
England: Routledge, 2010.
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Esta
obra reúne alguns dos principais sociólogos da educação
contemporâneos para explorar e abordar as principais questões
e preocupações atuais no âmbito da disciplina. Seus trinta e
sete capítulos examinam as formas pelas quais a sociologia da
educação tem respondido aos anseios nela depositados,
abordando uma série de questões que abrangem três áreas
fundamentais: perspectivas e teorias; processos e práticas
sociais; desigualdades e resistências. O livro comunica
fortemente o dinamismo e a diversidade da sociologia da educação
e da natureza do "trabalho sociológico", tornando-se
um recurso fundamental para os professores, bem como um título
de grande interesse para a prática de sociólogos da educação.
Clique
aqui para conhecer o sumário do Handbook.
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Democratização
do ensino, desigualdades sociais e trajectórias
escolares.
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Sebastião,
João.Lisboa: FCG/FCT. 2009.
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As origens e as conseqüências das desigualdades sociais constituíram desde sempre um dos principais debates nas sociedades modernas, preocupação essa que encontrou na sociologia uma forte receptividade constituindo-se como uma das suas problemáticas centrais.
Para João Sebastião, em Portugal, o interesse por abordar a problemática das desigualdades sociais na educação básica é ainda raro, já que muitos a consideram ultrapassada dada a quase universalização deste nível de ensino e o crescimento significativo do número de jovens nos níveis de ensino secundário e superior.
Portanto, a questão colocada na atualidade portuguesa, e na qual esta obra se baseia, é a de saber de que forma se democratizou o ensino em Portugal, nomeadamente se da sua universalização resultou um enfraquecimento da relação entre desigualdades sociais de origem e o tipo de percursos escolares que podem ser encontrados nas escolas.
Para tal, este trabalho se divide em dois momentos: o primeiro, em que se faz um balanço do debate teórico em sociologia da educação sobre as desigualdades sociais na educação e os avanços para superar os bloqueios constatados; e o segundo, no qual se realiza um balanço da democratização do ensino em Portugal e se avalia a evolução das desigualdades sociais na educação.
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Interação
escola-família: subsídios para práticas escolares
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Organizado
por Castro, Jane Margareth; Regattieri, Marilza. Brasília:
UNESCO, Ministério da Educação/Secretaria de Educação
Básica, 2009.
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Esta publicação
constitui o produto de um estudo realizado pela
UNESCO, em parceria com o MEC, que envolveu o
mapeamento e a análise de iniciativas adotadas em
municípios brasileiros para promover maior aproximação
entre as escolas e as famílias dos estudantes.
Sintetiza também aspectos relevantes sobre o
tema, a partir da leitura de um conjunto expressivo de
pesquisas e ensaios produzidos no Brasil. Elege como
prioridade, dentre tantas funções que a aproximação
escolas-famílias pode ter, a compreensão da
singularidade do aluno visto no seu contexto social e
familiar. Defende a idéia de que, quando
a escola melhora seu conhecimento sobre os alunos, sua
capacidade de comunicação e adequação das estratégias
didáticas aumenta, impactando positivamente no
desempenho escolar. Nessa perspectiva, apresenta a
participação das famílias na vida escolar dos
alunos como parte constituinte do trabalho de
planejamento educacional e oferece subsídios
concretos para esse planejamento.
Para obter mais dados e
fazer o download da publicação, clique
aqui.
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Para uma sociologia
da infância: jogos de olhares, pistas para a investigação
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Almeida, Ana
Nunes de . Lisboa: Instituto de Ciências Sociais
da Universidade de Lisboa, 2009.
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Este livro traça o
percurso de aproximação individual de uma socióloga da família a um
novo objeto de sociologia, a infância. Apresentam-se e discutem-se,
primeiro, os desafios implícitos no novo paradigma sociológico da infância,
as correntes de investigação que dele partem, suas potencialidades e
limitações. Propõe-se, depois, um programa de investigação em
torno do tema «Infâncias, sujeitos e contextos». A autora é
socióloga, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da
Universidade de Lisboa, dedicando-se especialmente aos temas família,
infância e escola.
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Choisir Son École:
Strategies familiales et médiations locales
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Van Zanten,
Agnes. França: Editora Le Puf. 2009.
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Mobilizando uma vasta literatura sociológica, a autora desenvolve uma análise original dos diferentes determinantes da escolha do estabelecimento de ensino pelas famílias: as finalidades, valores, “boas razões” e recursos dos pais. A autora examina também como a escolha se constrói dentro do espaço familiar e das redes de vizinhança, em interação com a oferta (mercado escolar) e com a regulação local.
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As Escolas dos Dirigentes Paulistas
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Almeida, Ana Maria Fonseca de. Campinas: Editora
Argvmentvm. UNICAMP, 2009.
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A autora analisa, nessa obra, três escolas secundárias destinadas à formação dos filhos das elites paulistanas na atualidade. Inova ao problematizar os processos de formação dos futuros dirigentes do estado e da economia paulista, discutindo em que medida as características das escolas vêm atender aos diferentes perfis das famílias dos alunos, servindo às estratégias de reprodução social destas. Mais que um estudo de caso, as premissas teóricas adotadas são um convite aos estudiosos sócio-educacionais interessados em compreender outras facetas sobre a contribuição da educação para a construção da desigualdade social no país.
A autora, Ana Almeida, é professora da UNICAMP e pesquisadora do grupo
Focus.
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Desigualdade e Desempenho: Uma introdução à sociologia da escola brasileira
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Barbosa,
Maria Lígia de Oliveira. Rio de Janeiro:
Editora Argvmentvm. UFRJ, 2009.
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Maria Lígia Barbosa, professora da UFRJ, é uma das principais especialistas brasileiras na Sociologia da Educação. Este livro, resultado de uma série de pesquisas sobre a relação entre processos educativos e a organização das desigualdades sociais no Brasil, analisa os fatores que interferem na aprendizagem e explicam a variação do desempenho escolar entre alunos, com destaque para as diferenças de classe e raça. Também mostra que é a professora que faz a diferença, mais que a escola, sobretudo na redução das desigualdades sociais.
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Escolas e Destinos Femininos
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Perosa,
Graziela Serroni. São Paulo:
Editora Argvmentvm. USP, 2009.
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Mais
que um estudo de caso, este livro lida com a memória de
um sem número de mulheres que, no passado, tiveram seu
processo de aprendizagem sócio-escolar em colégios católicos.
Ao analisar a experiência de escolarização de
ex-alunas de três escolas católicas,
direcionadas às elites da capital paulista, a
pesquisadora da USP insere seu estudo nos campos da
Sociologia e da História da Educação,especialmente
nas temáticas da construção de identidades,
habilidades, sensibilidades e competências entre jovens
que, mais tarde, se tornaram difusoras de valores
afinados com o universo das elites do país.
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Jóvenes,
elección escolar y distinción social –
Investigaciones em Argentina y Brasil.
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Organizado
por MARTÍNEZ,
Maria Elena; VILLA, Alicia; SEOANE, Viviana.
Prometeo
Libros, Buenos Aires, 2009.
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A influência da origem familiar sobre o conteúdo e o
sentido da escolarização das crianças tem sido um
tema recorrente na sociologia da educação,
contribuindo para o desenvolvimento de uma sociologia
das desigualdades educacionais. As iniciativas de
pesquisa sobre a educação das camadas média e
superior no contexto da América Latina é de
particular importância diante da perspectiva de
divulgar os resultados de pesquisas realizadas.
Este livro traz uma compilação de trabalhos
realizados pela PUC-Rio no Brasil e pelo Departamento
de Ciências da Educação da Universidad Nacional de
La Plata, na Argentina, que coincidem no tema geral e
na combinação de diferentes estratégias de pesquisa
que vão desde survey à observação do tipo etnográfico,
da análise de bancos de dados oficiais a entrevistas
com profissionais das escolas, alunos e famílias em
uma articulação, criticamente pensada, de
procedimentos quantitativos e qualitativos.
Os textos apresentados inauguram um horizonte de
estudos que desafia ambos os grupos de pesquisa com
questões relativas aos diferentes estilos de gestão
escolar e como conseguem garantir a qualidade
essencial para a educação, a construção de habitus
escolares que favorecem o sucesso acadêmico, os
diferentes “mercados” escolares e as relações
entre as famílias e as escolas.
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Qualidade na Educação Fundamental Pública nas capitais brasileiras. Tendências, contextos e desafios
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Alves,
Fátima Cristina de M. Rio de Janeiro: Editora
Argvmentvm. PUC-Rio, 2009.
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O Ensino Fundamental, entre 1996-2004, é o alvo principal
do estudo da pesquisadora da PUC do Rio de Janeiro, Fátima
Alves. Além de identificar as políticas educacionais
destinadas à promoção da qualidade do ensino, a
autora desenvolve uma análise acurada de seus impactos
nas capitais brasileiras. Nessa medida, este é um livro
imprescindível para subsidiar o trabalho de gestores públicos
e pesquisadores da área da Educação no Brasil
contemporâneo.
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Três famílias: Identidades e trajetórias
transgeracionais nas classes populares
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Duarte, Luiz Fernandes Dias;
Gomes, Edlaine de Campos. Editora FGV. 2008.
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Um mergulho etnográfico e histórico na dinâmica social
de três redes familiares de classe popular na área do
Grande Rio de Janeiro, ao longo do século XX. A luta
pela sobrevivência, a identificação e solidariedade
dentro da família, a preservação da casa familiar de
referência, a competição entre grupos de
descendentes, a mobilidade social de seus membros, os
efeitos econômicos, políticos e religiosos sobre o
desenvolvimento das unidades domésticas: estas são
algumas das dimensões analisadas por Paulo Pontes nesta
publicação. A questão da escolarização aparece
pontualmente na descrição dessa dinâmica social;
nesse caso, ocorre de forma bastante densa.
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Investimento
das famílias na escola - dinâmicas familiares e
contexto escolar local.
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DIOGO,
Ana Matias. Lisboa/Portugal: Celta Editora, 2008.
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Este
livro é a apresentação dos resultados de uma
investigação sobre o investimento das famílias
portuguesas em matéria de escolaridade no início do século
XXI, relativamente ao século passado, procurando
compreender as tendências da evolução desse
investimento, os mecanismos do contexto familiar e
escolar local (oportunidades sociais e de gênero,
estratégias e relações familiares, relação com a
escola), dando exemplos sobre perfis de jovens à saída
do ensino obrigatório (orientação e expectativas, mérito
e condição social, envolvimento da família no
trabalho escolar, a escola). Leia
mais.
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Escuelas
y Familias – Problemas de diversidad cultural y
justicia social.
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Organizado
por
NARADOWSKI,
Mariano; SCHETTINI, Mariana Gómez.
Prometeo
Libros, Buenos Aires, 2007.
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O livro reúne um conjunto de pesquisas e ensaios sobre a relação entre teoria e prática das políticas educacionais na Argentina.
A proposta é apresentar um amplo espectro, o mais heterogêneos possível, de trabalhos, perspectivas, metodologias de análises, entre outros aspectos. Um dos objetivos centrais consiste em oferecer ao leitor um aprofundamento sobre o conceito de escolha educativa, além de questões ideológicas, políticas e culturais que o envolvem. Além disso, tenta dar conta da situação argentina em matéria de trabalhos sobre a escolha da escola, pois as análises são apresentadas à luz dos resultados recentes de pesquisas sobre as escolhas educativas das famílias.
A seleção dos capítulos possibilita que os leitores tenham uma visão geral acerca das principais tendências e enfoques sobre as investigações das escolhas educacionais na Argentina, bem como quais são os principais problemas e argumentos utilizados nessas temáticas.
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Sociologia da Educação Brasileira:
Pesquisa e Realidade Brasileira
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ZAGO, Nadir; PAIXÃO,
Léa. (Org.). 1 ed. Petrópolis:
Vozes, 2007.
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Os
textos reunidos neste livro apresentam pontos de vista
sobre um conjunto de temas que interessam àqueles que
pretendem ampliar sua compreensão sobre dilemas que a
Educação enfrenta em nosso país. Ao mesmo tem eles
contribuem para a reflexão sobre o modo de produzir
conhecimento no campo de Educação quando se privilegia
o olhar das Ciências Socias.
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Escolas,
Famílias e Lares: Um caleidoscópio de olhares.
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SILVA, Pedro (Org). Porto/Portugal: Editora
Profedições, 2007.
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Este
livro corresponde, tal como o seu título indica, a uma
pluralidade de olhares. Esta diversidade, sendo
caleidoscópica, é, contudo, tecida em torno de um
duplo fio condutor que articula os diferentes artigos: o
objeto de estudo por um lado, e a perspectiva crítica
problematizadora por outro. Esta obra coletiva debruça-se,
simultaneamente, sobre as vertentes e sobre a interface
da relação entre escolas, famílias e lares. Abrange ainda os diferentes níveis de
ensino (desde a educação de infância ao ensino secundário)
e uma multiplicidade de abordagens metodológicas (desde
o tratamento estatístico sofisticado de dados à
etnografia e à etnometodologia).
Este
volume pretende, assim, por meio de um conjunto de
pesquisas recentes, contribuir para alargar a compreensão
e o debate sobre a complexa teia de relações entre
duas instituições sociais centrais das sociedades
contemporâneas: as famílias e as escolas.
Para
ler a introdução do livro,
clique
aqui.
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Escola-Família,
Uma Relação Armadilhada/ Interculturalidade e Relações
de Poder.
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SILVA,
Pedro. Porto:
Edições Afrontamento, 2003.
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O
presente livro corresponde a uma tentativa de
problematização da relação escola-família em
Portugal, cruzando: uma consistente reflexão teórica e
conceitual, a partir de uma seleção e análise de
bibliografia especializada; uma pesquisa sócio-histórica
sobre a emergência e desenvolvimento da participação
parental naquele país; e um estudo etnográfico,
conduzido ao longo de mais de dois anos de trabalho de
campo, em três comunidades educativas do 1º ciclo no
centro-litoral português.
Os
resultados obtidos nesse estudo permitiram entender que
se está perante complexos processos de interação, em
que sobressaem as relações de poder e entre culturas.
Teorizar a relação escola-família como relação
armadilhada contribui para equacionar práticas
emancipadoras, na medida em que se encara a relação
como sendo simultaneamente desarmadilhável.
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Entre
Pais e Professores, Um Diálogo Impossível?
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PERRENOUD,
Philippe e MONTADON, Cléopâtre. Lisboa/Portugal:
Editora Celta, 2001.
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Durante
dez, quinze ou por vezes vinte anos, e para cada um dos
seus filhos, os pais são confrontados com a escola e as
suas exigências e juízos de valor, com as emoções e
limitações que ela impõe diariamente. Invasora ou
discreta, ameaçadora ou criadora de esperanças, a
escola faz parte da vida quotidiana das famílias.
Presume-se que pais e professores colaborem de forma
harmoniosa para o bem da criança, num diálogo que
deveria ser permanente, aberto e construtivo. Na
realidade ele é, por vezes, difícil ou inexistente. É,
sobretudo, um diálogo frágil e desigual. Este livro
tenta mostrar o porquê, introduzindo uma análise
sociológica da partilha de tarefas entre duas das
principais instituições educativas: família e escola.
Desse modo, ele pode ajudar pais e professores a
examinarem, com certo recuo, as suas relações
cotidianas nos contatos diretos ou através da criança.
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A relação família/escola: desafios e perspectivas.
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SZYMANSKI, Heloisa.
Brasília: Plano Editora, 2001.
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Este livro destina-se a
profissionais que trabalham direta ou indiretamente com
as famílias, na área de educação, serviço local e
saúde, pois apresenta uma proposta de se considerá-las
nas suas condições concretas de vida e não por meio
de um modelo idealizado. Sugere a necessidade da
harmonização entre as práticas educativas
desenvolvidas pela família e as várias instituições
que trabalham com crianças, adolescentes e jovens.
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Famílias
e Escolaridade/ Representações parentais da
escolaridade, classe social e dinâmica familiar.
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DIOGO,
Ana Matias. Lisboa/Portugal: Edições Colibri, 1998.
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A
presente obra é o produto de um trabalho de investigação
sobre a problemática das representações parentais da
escolarização. Procura-se compreender por que os pais
têm formas diferentes de representar a trajetória
escolar dos filhos (passada e futura); o funcionamento
da escola e da educação escolar; e a interação com a
escola, através da lógica de classe e da lógica de
funcionamento das famílias.
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Sucesso
escolar nos meios populares: as razões do
improvável
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LAHIRE,
Bernard. São Paulo: Ática, 1997.
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Variações de aproveitamento escolar em crianças das séries iniciais, pertencentes a famílias de mesma origem social (no caso, camadas populares) podem ser explicadas por diferenças internas às famílias? Que tipo de diferenças? Como justificar o fato de alguns alunos estatisticamente fadados ao fracasso ocuparem os primeiros lugares nas classificações escolares? A partir de questões como essas, a compreensão das divergências e consonâncias entre as estruturas familiares e o universo escolar nos meios populares constitui o objeto central deste livro. Desenvolvendo uma análise acurada de vários casos, Bernard Lahire – importante pesquisador francês - faz uma reflexão rigorosa sobre o sucesso e o fracasso escolar nas classes populares, em sua relação com o contexto social e familiar. Leitura obrigatória para o interessado na sociologia das relações família-escola, principalmente por contribuir para a problematização do conceito de capital cultural e por questionar mitos relativos à influência da família no desempenho escolar dos filhos.
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LAURENS,
J.-P. 1 sur 500 -
La réussite scolaire en milieu populaire.
Tolouse: Presses Universistaires du Mirail, 1992.
MERCURE,
D. Les temporalités
sociales. Paris: Éditions L’Harmattan.
THIN, D. Quartiers populaires –
L’école et les familles.
Lyon
: PUL, 1998.
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